Sexta-feira, 30 de Outubro de 2009

Recent memories... (Share your music)

 

 

 

 

Joane

 

(To go or not to go... a vida dá tantas voltas...)

 

 

música: zero7 - destiny
publicado por Joana Ramalhinho às 17:13
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Quarta-feira, 28 de Outubro de 2009

Dúvida existencial profissional do tipo 1: Workaholic ou Worklover?

Estarei a dedicar-me demasiado à profissão ou a ficar louca quando...?

 

Sonho que estou em 1808, estou a sair de um palácio, com um vestido beije enorme. Entro numa carruagem e levam-me para uma praia rochosa que me parece a Boca do Inferno ou lá perto (definitivamente não é Belém dos inícios do século XIX). E, às tantas estou num barco em cenas íntimas como o Pedrinho número 4?

 

Não se ofendam. Não há como controlar um sonho.

 

Workaholic ou Worklover?

 

Desta vez não me consigo decidir. lol

 

Workaholic: 0

Worklover: 0

 

Beij0

 

Joanaaa

 

publicado por Joana Ramalhinho às 17:05
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Terça-feira, 20 de Outubro de 2009

É Outono no Paço

Parece que o Verão se foi de vez. É Outono no Paço do Lumiar.

 

Hoje foi um daqueles dias que não me apeteceu fazer um caracol... Mas lá teve que ser e não parei o dia todo para variar. Amanhã de manhã teremos do mesmo...

 

Os últimos dias têm sido surpreendentes. A cabeça do ser humano é realmente qualquer coisa de extraordinário... E para quem disse que não há coincidencias... lol Tenho vindo a descobrir que elas são como as bruxas... Eu não acredito. Mas que as há, há. 

 

Mas como é Outono e isso já se nota em todos os aspectos, principalmente os laborais lol, vou passar uns dias à cidade do rio azul.

 

Beijo Ju

música: Pixie Lott - Mamma do
publicado por Joana Ramalhinho às 19:51
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Domingo, 18 de Outubro de 2009

Domingos depressivos, Maitês e afins

 

Hoje estou a sentir-me muito estranha. Deprimida até. Os domingos agora deixam-me deprimida. Está relacionado com eventos recentes na minha vida, que me deixam sempre deprimida especificamente ao domingo e, quando está bom tempo como hoje.

 

Mas hoje estou desconfiada que estou mais deprimida por dois motivos. Para começar dormi uma hora e mal. O que me faz ficar de birra, obviamente. Em segundo lugar são 5 da tarde e hoje já não tenho mais trabalho.

 

Acho que o trabalho já faz parte de mim, o raciocínio mental constante e o cansaço. Coisas que, primeiro habituei-me a viver com elas, agora que amo profundamente. E voltamos ao habitual cerne da questão: worklover ou workaholic? Eu continuo a defender worklover. O tempo o dirá.

 

Agora estou a viver no Paço do Lumiar. Acho que também ainda não tinha exposto muito bem essa questão aqui no blogue. Mas isso também vai aos poucos. Mas sim agora vivo de forma independente com vista para o eixo norte-sul, Caneças e o continente de Telheiras. Para quem me conhece é escusado dizer que adoro. E chegar a uma casa vazia nunca foi novidade para mim. Apesar de ser um bairro principalmente residencial, há muito comércio, bancos etc. O que faz com que haja algum trânsito, movimento e barulho durante a semana.  

O domingo é particularmente uma seca. Não há barulho. Não há movimento. Não há pão, nem mercearia gourmet com empadas de galinha alentejanas.

Adoro trabalhar ao fim-de-semana. Principalmente em Lisboa (porque em Sintra por exemplo o caso já muda de figura); não há trânsito nem confusão, nem barulho. O que facilita imenso o meu trabalho, para além de ser todo um "ambience" (lol) muito mais tranquilo para todas as partes envolventes do meu dia-a-dia laboral. Começando pelos motoristas e clientes. Bem e nem vale a pena entrar pelo tema monetário.

 

Por tudo isto já há muito tempo que adoro trabalhar ao fim-de-semana, pois a trabalhar o tempo flui tão fácil... por outro lado o fim-de-semana ideal é à segunda-feira e à sexta-feira. Todos os dias da semana em geral, mas estes em particular porque torna as pessoas especialmente nervosas e barulhentas. E confesso que tudo o que eu mais adoro é não trabalhar a um dia de semana, passá-lo integralmente em casa a ver televisão ou as tarefas da treta do costume e, ouvir lá em baixo o burburinho, os carros e o nervoso que anda no ar. É como se fosse uma melodia que já faz parte de mim, que me acompanha.

 

Por isso mesmo quando a meio da tarde de um domingo solarengo estou sozinha em casa, sem trabalho e sem o barulho da rua; quem fica nervosa sou eu.

 

Podia ir a Setúbal, mas não me apetece mexer lol E com uma hora sono em cima... Se calhar não é boa ideia. E de qualquer forma vou na quarta-feira e fico uns dias por isso depois mato as saudades todas.

 

Para além do facto de ontem ter lá ido assim numa daquelas visitas corajosas e relâmpago em que vejo 30 pessoas numa noite e ainda venho dormir (ou não) a Lisboa. Foi uma noite para guardar na memória, fantástica como não tinha há imenso tempo, em todos os sentidos. E até a maneira como acabou fez-me lembrar as aventuras antigas que tínhamos quando éramos miúdas. E mais não digo.

 

 

 

Agora outro tema pendente. 

 

Toda agente me pergunta porque ainda não escrevi sobre a Maitê Proença e o polémico vídeo. Essa é uma pergunta muito fácil de responder! Porque, !!felizmente!!, ando a trabalhar que nem uma louquinha incluindo à noite e não tenho tempo para nada! Aliás, tomei conhecimento de toda esta polémica através de uma conversa entre guias numa pausa de trabalho.

Mas ontem voltaram a perguntar-me ao jantar a minha opinião como profissional do Turismo.

 

Muito honestamente acho que essa senhora não tem educação nenhuma. Não passa de uma pseudo diva. Mas infelizmente esse estado de espírito está presente em vários artistas/actores brasileiros, portugueses, etc. Um pouco por todo o mundo, o mal é geral. Não há como pegar por aí.

 

Agora, não há dúvidas que essa senhora não deve voltar a ser bem recebida em Portugal e que deve ser escorraçada de todos os espaços culturais portugueses, tanto materiais como imateriais.

 

A senhora vem dizer que temos que perceber é tudo "brincadeirinha". E que o programa em que o vídeo foi inserido tem um forte contexto humorístico. Acho que o Miguel Sousa Tavares saltou em defesa dela, eu ainda não conseguir ver esse comentário. Mas a defesa geral da senhora basicamente pede aos portugueses para aprenderem a rir de si próprios e esquecerem tudo isto. 

 

Vamos a ver, eu até sou da opinião que nós sabemos rir de nós próprios e gozar connosco e com o que é nosso. Querem maior prova disso que o próprio Primeiro Ministro e todos os demais se terem submetido às entrevistas de Ricardo Araújo Pereira há umas semanas em horário nobre? Polémicas, controvérsias e opiniões à parte por favor. Querem mais prova de que sabemos rir-nos de nós próprios que o sucesso que os Gato Fedorento e outros similares  têm tido a nível da comunicação social nacional de há anos para cá?

Sim temos o direito e o dever de nos rirmos de nós próprios. Mas muita atenção: pelas nossas mãos, pelas mãos dos portugueses, nós que aqui vivemos e aqui sofremos. Não pelas mãos da Actriz Maitê Proença, e muito menos pelas mãos de um programa da tv cabo brasileira do estilo do Saia Justa.

 

Se ela está no direito a expressar-se livremente sobre o que lhe bem apetece? Talvez.

Mas uma senhora que já viveu basicamente às custas do Ministério da Cultura português durante um certo período da sua vida e, uma senhora que tem o seu livro a venda no nosso país. Esta senhora, na minha opinião, deve-nos pelo menos respeito.

 

Uma segunda questão é a da ignorância. Há que separar o que pode ser aceite como brincadeira e o que é pura ignorância. Porque existem algumas partes do vídeo que eu até passaria por cima, porque se podem passar aqui ou na china. E, ela está no direito de comentar os acontecimentos como ela lhe apetecer. Essa senhora pode ser uma idiota, mas ainda assim tem o direito de se expressar.  

 

Agora a ignorância e a falta de humildade a mim custa-me um pouco a aceitar. E pura ignorância e estupidez é cuspir para um monumento que é património mundial da humanidade. Infinita ignorância e estupidez é cuspir para um monumento que é património mundial da humanidade num país que não é o nosso, país esse que estamos a visitar com dinheiro que nem é nosso e ainda, passar uma filmagem desse acto nojento e estúpido num canal de televisão brasileiro.

 

E sempre que revejo esse momento no youtube, apetece-me pegar na cabeça da senhora e fazer coisas muito feias com ela. E cada vez que vejo o ar dela de gozo a desculpar-se no vídeo da Globo que também está no youtube, esse sentimento intensifica-se.

 

 

Agora, já sabem que se vão rir da minha conclusão, como sempre!!!

Mas eu chego sempre à mesma conclusão no que diz respeito a estes temas. Talvez, talvez... as coisas se tivessem passado de maneira diferente se essa senhora se tivesse feito acompanhar nas suas visitas culturais de um Guia Intérprete português, como obviamente deveria ter feito.

Porque já não iria com certeza fazer a mesma triste figura se tivesse recorrido a um profissional que lhe explicasse toda a história e envolvente cultural de Lisboa e Sintra. Uma pessoa que lhe tivesse explicado porque é que aquele senhor colocou o 3 ao contrário. Alguém que lhe tivesse feito uma introdução à simbologia dos números, alguém que lhe tivesse falado do esoterismo e da maçonaria em Portugal e em Sintra, etc, etc, etc.

 

Pois em Portugal, qualquer Guia Intérprete minimamente qualificado, tem competências para responder a essa senhora e todos os demais com o mesmo nível de ignorância, todas as questões que ela tivesse/ainda tem em qualquer espaço e sobre qualquer ponto do território português. E com certeza ser ainda capaz de lhe dar uma boa aula de bom senso, educação e respeito por aquilo que não conhecemos e não é nosso.

 

Joana Ramalhinho

 

 

 

publicado por Joana Ramalhinho às 17:21
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Quinta-feira, 8 de Outubro de 2009

Panna cotta, molho de framboesa e saudade

Esta semana levei o João ao La Finestra. Fica na Valbom e é um restaurante italiano que é pura e simplesmente qualquer coisa. 

 

A primeira vez que lá fui foi no inicio do ano com a turma de italiano do IIC. Pertence ao proprietário do Lucca.

Depois disso já lá tinha regressado, mas com o verão ficou esquecido.

As pizzas continuam maravilhosas e não só. Não comi a panna cotta porque com o fim-de-semana prolongado esgotou. Só por isso terei que voltar em breve. É sem dúvida a melhor de Portugal e arredores.

 

Vão, vão, vão que não se vão arrepender!

 

Para breve jantar da turma do IIC cá em casa =)

 

Beijos

publicado por Joana Ramalhinho às 11:12
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Quarta-feira, 7 de Outubro de 2009

One of those days, good vibes from Ra'anana, Israel

Há dias maus, há dias assim assim e há dias bons.

Há grupos maus, há grupos que não aquecem nem arrefecem e há grupos bons.

 

As últimas duas semanas têm sido calmas mas excelentes. Primeiro vieram very good vibes dos States. E depois de Israel. Já trabalhei algumas vezes com Israelitas, mas só um dia ou dois de cada vez. Infelizmente pouco interajo com eles, pois tenho que falar para o intérprete tour leader, e é este que lhes fala na língua natal. Por mais que estejamos com um sorriso de orelha a orelha, nunca é a mesma coisa. Pois a mensagem que eles recebem para além de já ser repetida não é de nós que vem.

Desta vez o grupo era fechado e tive a oportunidade de falar directamente para eles em Inglês. É sempre difícil dizer qual foi o grupo ou a pessoa que mais gostámos de conhecer. Porque todos os grupos são diferentes.

Mas tenho que confessar que este ficou no top10. E sem dúvida que conheci o casal mais amoroso, divertido e apaixonado de sempre, de Ra'anana, Israel. Casados há 44 anos!! Coleccionadores de selos.

 

Fui investigar Ra'anana na internet. Não coloquei nenhuma foto porque não encontrei nenhuma particularmente interessante. Mas é uma das cidades mais desenvolvidas de Israel com 73.000 habitantes. E o seu nome quer dizer literalmente "fresca".

 

Foram dois dias espectaculares.

 

Há muito tempo que quero ir à Jordânia, ver Petra, mesmo antes do trabalho com a Casa Real da Jordânia este Março. Agora tenho mais uma paragem para fazer no caminho.

 

Good vibes from Ra'anana, Israel

Thank you

 

Joana

sinto-me: growing up, living up
publicado por Joana Ramalhinho às 18:48
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Terça-feira, 6 de Outubro de 2009

Escape to Egypt a.k.a. Doubt

Viram o ano passado o filme que foi para Oscar com a Streep, "Doubt" (Dúvida)?

 

Este post propõe um efeito final similar.

 

- Desculpe, importa-se de repetir? Qual é o nome daquela família e porque é que eles fugiram para o Egipto?

- Não, não. Eles não fugiram para o Egipto. Eles eram uma família muito pobre e tiveram que emigrar para o Egipto. Fizeram lá fortuna, voltaram e encheram este palácio de azulejos. E assim começou a tradição da parte dos emigrantes portugueses de encher as fachadas das casas com azulejos.

 

 

Agradecimentos: Pipas

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publicado por Joana Ramalhinho às 09:14
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Segunda-feira, 5 de Outubro de 2009

Para Si

Às vezes acordamos e a vida parece uma grande manhã de Dezembro em Sintra. Só vemos nevoeiro. Tudo o que está à nossa frente é nevoeiro.

 

Ainda não percebi muito bem o que se está a passar com ela, mas deve ser assim que se está a sentir agora. Há qualquer coisa que se me escapou entre os dedos e as minhas ausências. Seja lá o que for, ela sabe que pode contar comigo, porque já não sou nenhuma miúda.

 

Esta malta dos blogs é assim. É tudo gente marada. Uns desaparecem do mapa, outros do país, outros matam-se a trabalhar... Mas eu que falo por mim, estou aqui. Por entre a distância, ficam coisas por fazer. Felizmente temos os telemóveis, e criámos os blogues. Para estarmos mais perto. Sempre, ou quase sempre contactáveis, updates constantes e imediatos, ou quase, das nossas vidas. E quando mais precisamos alguém nos envia uma injecção de força virtual (mas muito real).  Ela já o fez por mim, não assim há tanto tempo atrás. Hoje faço-o eu por ela.

 

Os nossos mestres acompanham-nos toda a vida. Nos bons e maus momentos. Até eles terem um mau momento. E aí, por respeito, amizade e admiração, propomo-nos a pilares, portos de abrigo. E é aí que eles descobrem que são os nossos mestres e a importância que têm nas nossas vidas.

 

A primeira vez que a vi tinha 15 anos. Tinha tido um bom verão e estava apaixonada. Tinha encontrado a minha alma gémea, o normal! para quem tem 15 anos. Também foi ela que veio a mudar o meu mundo e a minha visão sobre todas essas tretas. Tinha o nome mais bonito do mundo, o da minha mãe.

Entre as primeiras coisas que a ouvi dizer, há uma que me está fotográficamente gravada na memória. Com a maior calma e desprendimento deste mundo e do outro:

 

"E se nós não estivessemos aqui? E se estivessemos todos a ter o mesmo sonho ao mesmo tempo? Isto chama-se histeria colectiva."

 

Não, não é louca. Foi mesmo para lançar o pânico entre 25 putos ignorantes e inexperientes de 15 anos. Nesse mesmo dia aprendi uma palavra que por mais incrível que pareca nunca tinha ouvido na vida: "deveras". Continua a ser uma das minhas palavras preferidas e só não a digo mais porque na verdade no meu dia-a-dia propriamente dito, pouco falo português.

 

Nunca ouvi ninguém dizer tão correctamente do ponto de vista da língua portuguesa as palavras "cena" e "tipo".

 

Dois anos depois consegui chocá-la e ainda me lembro da primeira vez que falei com ela sobre isso. Penso que foi aí que ela começou a ver que havia qualquer coisa viva aqui dentro de mim.

 

Não me esqueço também quando no baile de finalistas da D. João a puxei por um braço e lhe disse, tem que vir conhecer a minha familia. Ela olhou para todos com um sorriso amarelo e foi-se embora. Na altura fiquei tão magoada... mas depois passou. Tudo passa.

 

Passei uns bons 3 anos a encontrar-me, perdida e desaparecida por Lisboa e afins. Durante algum tempo arrependi-me desse tempo que me afastei de todos eles. Mas agora não me arrependo mais. Com tudo se aprende. E o que tem quer ser, é. Quem tem que ficar junto, fica. E tivemos a prova no último ano que é verdadeiramente assim que as coisas acontecem.

 

E depois chocou-me ela. Voltou com a notícia de que estava a escrever um livro e que ia ser publicado e que era de poesia!! Imagine-se!! Aquela do sorriso amarelo, que virou as costas às minhas madrinhas no baile de finalistas tinha escrito um livro. E era de poesia!!! Só acreditei quando vi. 

 

Perto dela sinto-me bem. Seja no meio das madeiras no primeiro andar do Tasco ou nos sofás da Estalagem (que ainda havemos de explorar melhor!...). Adoro a maneira como descreve as "cenas", com uma energia contagiante. Como fala do Sócrates ou das últimas cenas que se passam na política. Como ri às gargalhadas entre dois pistachos. Como os seus olhos brilham quando nos reencontramos depois de meses sem nos vermos. Como praticamente choramos a rir quando nos lembramos da outra que perguntava "cenas" do "tipo": "Se o homem foi à lua, por onde é que entrou?"... Oh Meu Deus!

 

Ao ler este post qualquer pessoa pode pensar, como é que é possível gostar e admirar tanto uma pessoa assim, com tal personalidade? Sim. Sim seria mais fácil gostarmos e sermos amigos de pessoas simples e fáceis. Mas as nossas vidas não são assim, nem simples nem fáceis. É por isso que somos únicas, importantes e especiais. Eu e ela.

 

Joana

 

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publicado por Joana Ramalhinho às 20:32
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Domingo, 4 de Outubro de 2009

Força!!!

Estou a postar directamente do telemóvel, para dar um beijo de força mmuuiiiitooooo grande a uma grande amiga que perdeu alguém muito especial. Não é fácil e eu sei. Força!! Assim que puder apareço aí, prometo. Terá sempre a minha casa como porto de abrigo. Um beijo Joana

publicado por Joana Ramalhinho às 23:34
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Hi, 

 

Be welcome to JdB.

 

I'am an Official Portuguese Guide. I work as local-national guide in Portugal (the entire country); here I work with portuguese and foreign tourists. I also accompaign portuguese groups abroad on their journeys/vacations.

 

This blog is about my personal and professional experiences all year long.

 

You are welcome to leave your comments on the posts.

 

If you have any questions, personal comments or if you want to book me as your tour guide please contact me by the joanar@net.sapo.pt.

 

Enjoy =)

 

Joana

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The name of the blog is roughly Joana after Barcelona. The first blog that I had was Joana in Barcelona, and it regards an internship that I did there in 2007. You are welcome to visit it as well: joanaenbarcelona.blogs.sapo.pt. When I came back to Portugal didn't make sense for me to change complety the name. And still doesn't make today.

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